Dá-me a mão. Ensina-me a voar e apanha-me se cair, leva-me a cada estrela e protege-me do frio. Dá-me uma razão para continuar a sonhar e não me deixes ninguém magoar. no fundo peço que me ames, suplico-te que me entendas e desejo que me agarres.
Abre as tuas asas no escuro da noite, onde a lua espreita para iluminar o teu sorriso que deduzimos ser de um sonho bom e afaga-me o cabelo se despertar a achar que já lá não estás. Embala-me com a tua voz de anjo com a tua melodia desafinada em cada nota grave.
Deixa-me acordar e ver que estás me a observar. Beija os meus lábios e o meu peito saltitante, ri-te do meu amor e de ser tão humana, suspira contra o meu cabelo e sussurra o meu medo:
“eu amo-te, eu amei-te e vou tentar amar-te”

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