28.2.11

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Bem que queres que diga? Desta vez esgotaram-se as palavras todas catitas e aqueles textos que escrevia num conto que ambos queríamos viver. Pois bem, acabou. Toda a gente sabe a realidade em que ambos vivemos, eu não sou a Julieta nem tu tens perfil para ser o dito Romeu. Não somos um conto de fadas em que todos querem fazer parte, alias, se soubessem a confusão que éramos jamais desejariam algo do género.
Somos fracos amor, eu sou a dita, cuja felicidade a teu lado parece ser o pedido impossível. Tu, bem, és a lei do menor esforço onde as promessas e as mentiras invadiam o teu cérebro por inteiro e, claro, a tua personalidade também.
Mas calma, não foi só de ti que me fartei. Fartei de mim própria e decidi mudar, comecei a ter a mesma atitude que os à minha volta tomam e desta forma ser apelidada de uma forma acolhedora onde as gajas falsas me rodeiam na busca de outra falsidade. Elas fazem me lembrar um pouco de ti, são todas de sorrisinhos falsos e mentiras para impressionar o povo. Tem relações a curto prazo, que na maneira de ser, são quase idênticas a nossa historia encantadora de amor mas a nossa durou um ano.
Com isto devo dizer que continuo negativista, irei sempre pedir o impossível porque a minha luta talvez, também, seja para alcançar essa meta. A meta do impossível.
Creio que por hoje seja tudo…

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