16.5.11

rainha...

Sorri, numa gargalhada idiota, num suspiro sufocante que se torna numa falta de ar constante. É incrível o quanto as palavras nos possuem, o quantos nos aleijam como se fossem facas bem, no centro do coração. O quanto nos iludem e mentem e nos agarra.
Poderia dizer que adoro palavras, não pela mentira, não pela ilusão mas porque caiu nelas até nas palavras que digo…é inacreditável o quantos nos destroem e aquele poder deve ser excelente, de nos fazerem um farrapo, de nos ver desfalecer numa forma doentia e possessa porque não possuem alma no corpo, porque falam sem sentido!
Perdoem-se a raiva, é entusiasmo pelo que vejo, pelo que oiço… (sarcasmo para quem não sabe)
E é assim, nestas alturas, em que me escondo no armário (porque felizmente ainda lá cabo), em que fujo dos problemas e que riu as gargalhadas para fazer o adversário entender que o jogo tem reviravoltas e que nada se pode consagrar certeza sem antes a ganharmos.
Xeque-mate meu caro, nos veremos num futuro longínquo.





p.s: odeio xadrez

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