Tenho escrito assiduamente, porem, o que me vai na alma e na mente precisa de ser transcrito por algo muito mais expressivo.
Chega de palavras caras, de mimos, de silencios gastos e usados, de episodios épicos e tão usuais. basta as mentiras, os bailes, o escuro, a violencia, a dor...os desejos. Vamos, lá esquecer os desejos. Sejamos, brevemente, honestos. Vamos lá usar o tipico despejo de transtornos.
Estou cansada, vivo pacatamente e já mal encontro saídas para este meu caminho.
Meu amor, esqueceremos os bluffs, os guiões decorados nitidamente de um papel transcrito. Usaremos, antes, a honestidade. Afinal, quem somos nós para vir brincar com as palavras, de quem em tempos, amou. Mal sabemos usar o nosso coração e perdemos o jeito de ser actor. Nem sequer e devido à nossa ignorancia, saimos das quatro paredes e do escuro das sombras. Temos vivido clandestinamente e entrei na exaustão.
Alias, tanto batalho, e tu nem valor dás, ao partir. Portanto, hoje ( talvez, so por hoje), peço que vás.
Porque pelos vistos, meu caro, a vida goza conosco se não gozarmos com ela.
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