1.3.12

paz:

Que o mundo se renda em joelhos descaídos sobre a terra seca, molhada pelas lagrimas pesadas nos meus olhos. Que o sono se esmoreça em pensares escondidos do nosso ser e que a culpa seja a arma apontada ao meu peito repleto de raiva. Que o pó seja o dia, que torne o teu corpo leve, a minha alma cheia do abandono trapaceiro e do meu egoísmo fútil.

Assombroso seja o nosso amor e mil perdões saiam da minha voz. Que o meu corpo seja a decomposição da tua alma, causada pela acidez do meu tom. Que se vá embora o povo, que se liberte o nós.

Degradada mente aguardarei o teu mar. o teu som de aguas passadas. Tornar-me-ei, alguém a tratar do teu corpo resguardando a tua alma. Serei a espera, os minutos e as horas. Que se liberte a fé e fique connosco a esperança.

Partiremos e assim libertemo-nos entre os dias e as noites.

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