Suspiras. O ar que te sai levemente dos pulmões, leva consigo o desgosto da tua alma. Resguardas em ti, pesadelos da realidade e sonhos por concretizar, carregas as feridas e cicatrizes que são a tua luta, o teu amor, a tua história... Mas que conto escreve a tua alma numa vida cheia de gente vazia?
Tu, meu amor, és o ser mais vazio que a minha curta estadia conheceu. Tão vazio que amei-te a ti, sem nunca lembrar nas consequencias sobre a minha alma pura e fraca.
Hoje, sou assim, igual a ti. Um ser sem nada para dar e pouca vontade em receber.
Desculpa.
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