Lá estás tu de novo. Sentado de mansinho na beira da cama, a olhar. Olhas como se todas as vezes fossem a última. Talvez sejam.
Talvez a pele que toco na ponta dos dedos vá desaparecer em breve, talvez nunca tenha existido.
Já te disse hoje? Ninguém morre de amores. Mas sabe a sangue.
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