Que voltes. No teu resmungar pequenino e no teu colo sempre pronto. Eles não aceitam felicidade alheia e culpam se de teorias de mentiras feitas. Não quis ser quem sou, nem aquilo que prevejo ser. Não me sinto maior nem aqui. Peço só mais uns minutos nos teus cabelos e prometo que desta vez não fujo pela janela. Que fiques para me fazeres sentir em casa. Que me passe a vontade de ir e a vontade de não querer ficar nesta casa onde não conheço ninguém.
Trás contigo a clareza da poesia e dos versos espontâneos, do riso eloquente e de amores perdidos. Vó, trás de novo o amor. Pode ser?
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