Há margens nas margens que travei de mim. Um complexo superior ao estável da coeficiente que contemplei. Existe sobras das manobras que ultrapassei.
Sou o inexistente de partículas da sala que se mantém fechada, a partícula pousada sobre o velho retrato de pessoas unicas e esquecidas.
Mora aqui um ar quebrante de almas dançarinas. O riso dos loucos. O sonho dos mortos.
Existe uma margem que ninguém traçou.
Existe a partícula que ninguém estudou.
O ar que nunca respiraste. O caixão nunca lamentado.
Há a manobra da morte em mim, deste retrato nunca visto. Eu.
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