Não sou mar, não sou rio, nem oceano. No entanto sou água que bebes.
Não sou anjo, não sou porto de abrigo, nem bóia de salvação. Mas sou onde tu te agarras.
Sou fraca, pequena e demasiado imperfeita, sou o que ninguém quer, sou o que ninguém é. Sou tua, assim, como tu és meu.
Porque sou água que desejas no deserto mais seco, sou a fonte dos teus sonhos nos braços de outrem. Sou o que tu agarras porque achas seguro, porque o resto pode cair contigo.

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