Olhares em fogo. Corpo a fumegar. Almas ardentes numa febre que nos possui. Ilusões que se criam. Beijos que queimam. Passar de dedos que vão aumentando o desejo de chegar.
Abrir de portas. Novas conquistas. Um aniquilar de palavras que deixaram de ser necessárias devido à falta de tempo, devido à necessidade de chegar.
E assim, nos exploramos, numa necessidade, num desejo de querer mais do que temos. De não aguentar mais. De chegar.
…
Calmamente chegamos, com a pressa já presa porque já matamos a sede. E chegamos, num simples olhar, ate à alma de cada uma de nós.

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