Cá vai….
São puros segredos, esses teus emanharados de cabelos castanhos. São pura ilusão e amor e puro bluff.
Hoje, enquanto chovia pelo caminho, decidi sorrir. Num acto pacato, sem sentido algum. Sorri porque achei oportuno, porque não havia nenhuma razão para não o fazer. E ali estava eu, sentada a sorrir. De repente voltei a ser eu, aquela que não ama, que não acredita em conto de fadas e que fechou muito bem tudo o que existia a sua volta e mostrasse-se uma ameaça. Voltei ao estado de espírito complicado, ao estilo meio marado entre pretos e laços, hippie e punk. Voltei ao banal e ao tranquilo, a cagar no que pensam e esquecer os que me rodeiam.
Sorri…e soube bem.
Sim amor é bluff e eu saí dessa cena de teatro porque não tenho jeito para poeta e muito menos para actor.

está fantástico, inês!
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