24.5.12

Cambalhotas:

Faz rir. Sentidos oportunos de bipolariedade, da practica da insonia e do amar-te só esta noite. Mentes escuras e almas demasiado infantis para morarmos sozinhos, por entre os segredos escondidos e coloridos que trazes no sorriso. Somos preenchidos assim, como se fossemos aguarelas esborratadas pela chuva do dia. Somos pequenos pós de bailarinas que dançaram nos entrecantos das nossas danças trapalhonas. Confusões de risos e discussões por quem não vê a nossa mente, demasiado assassinada pelos fantasmas dos passados. E sim, moro perdida nos sonhos. Habito imenso no silencio enquanto procuro não ver o mundo. Eu tapo-te os olhos e tu a mim. Seremos sempre cegos e ninguem pode curar algo provocado. Não ha milagres...

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