31.5.12

borboleta sem asa:

Tenho guardado pedaços enormes de ti, os sonhos abdiquei em torno de outro impossivel...pelo qual desisti lutar. Talvez, porque sofro de ti, amor.
 Entre os meus sonhos coloridos e o cheiro a mar que me invadem a mente, relembrando-me de pés descalços e beijos. Quem sabe imensas doses de borboletas... São um tanto, meio anormais. Certas irregulariedades que procuro nas infinidades de quem não soube ver.
E sabes o que vejo? Almas magoadas, partidas que sorriem em meu torno para que ninguem note as suas cicatrizes. Meu amor, não me recordo de nós com cicatrizes, de almas magoadas ou cansadas pelos dias evasivos que nos corroem mente e alma. Recordo-me, somente, de rir. Entre beijinhos e sorrisos. Porque isso sim, enchia-me o peito e completeva-me os dias

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