“Não chores, não chores… há gente pior, por favor”
E sou o sufoco da minha própria alma, as mãos que resguardo perante o cortinado preto que me cobre o rosto. Sou de facto, os dias sem sol e que anseiam por ele, os risos que demonstro sem sentimento puro.
Sou o enigma, repleto de questões sem respostas às quais, nem o mundo as resolve. E dizias tu, que pessoas simples, eram as mais fascinantes.
Diz-me, agora, aonde se encontra tal fascínio. Será que estão escondidos por entre os assombros da minha alma? Ou pelos fantasmas que te corroem a pele e fazem-te afastar a mil pés, do meu ser?
Nem tu sabes…
E aos poucos, tornei-me no desgasto da minha criança. No massacre puro e estupido, de uma mente exausta e pensativa. Sou idiota, muito obrigado.

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