Não seremos nada, nesta redução a pó. Que nos extingue num ser minúsculo e
complexo… como células irrequietas ao teu beijo mais calmo, as vibrações de um
ser fascinante e que me deixou o amanhã de não voltar.
Virei algo sem simbiose. Repleta de cicatrizes preenchidas a tinta, outras
até nada visíveis.
Porque não? Porque deixou de ser correto, esta expectativa alta de voar sem
asas. Esta vontade descabida de saltar sem para-quedas.
Não é medo de morrer… apenas de não ires junto. Se o fizer a minha mente
estará certa que o fim será o início da minha salvação. Com o teu rosto
preenchido em tons de sépia, como se…
Como se de uma memória te tratasses.
Perdoa-me, não me esqueço de ti.
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