o amor devia ser compactado, empacotado como uma caixa de cigarros e devidamente assinalado:" o amor mata".
Quem sabe assim, não vira-se vicio. Podia olhar, o pequeno aviso e pensar em perde-lo. Nem isso consigo... É quase que bonito como de feio, quase que viciante, aspirante de alma e de escurecer a mente. Como um alivio. Ou cancro, uma doença que cresce e toma conta de todos os nossos orgãos.
Mas se tu não deixas o vicio, meu amor. Como puderei deixar a morte? Se esta me vicia e ambos morremos lentamente...
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