Ah amor, como senti a tua falta. Esta arritmia descontrolada de um amor sem controlo, esta sede insaciada de palavras e inconstância de ser, as borboletas no estômago perfeitamente embriagado, o sorriso impulsivo num rosto inteiramente devastado.
Meu deus, as tuas mãos, o teu cheiro a tabaco, o teu rude ser a passar pela minha alma sem qualquer aviso, sem um anti-vírus que o travasse.
Estou em casa. E vivo só de voltar.
Sem comentários:
Enviar um comentário