És luz vó. E existe vida na cor pálida da tua pele, existe o tempo e a história, a minha memória do teu sorriso, a minha tristeza pelo teu riso nessa tua insanidade que torna-te mais humana que os sensatos.
Há e, seja lá o que for, filosofia e poesia nessa forma rude de falar, um português pouco vasto mas muito expresso de quem sabe o que foi a vida, de quem sonhou e amou e morreu todas as noites sem ninguém notar.
És a minha mãe. De ti e em ti vi o maior dos amores. Obrigada.
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