Senti-te a rir, pela loucura breve do meu corpo fraco e de uma mente inútil, enquanto te deitavas e aconchegavas junto a mim. Não me virei amor. Achei na melhor das hipóteses permanecer imóvel, não fosse recuperar a realidade num todo.
Senti-te aqui, senti o teu cheiro, o teu abraço, a tua palpitação e o teu sussurrar naquele amor incerto "depois diz que não gosto de ti", senti a tua melodia do Jobim, o teu passar de dedos no meu cabelo e o teu beijo na testa. Não chorei. Como louca que sou, sorri. Afinal até Martinho da vila escreveu.
Amo-te muito.
muito bom, Inês!
ResponderEliminare obrigada**