Carrego te nas veias.
Carrego te nos pesares sentidos no fundo mais fundo de mim, na estatística limitada dos meus anos e nos fios de cabelo deixados na tua cama.
Carrego te nos confins do meu ser, este malabarismo retorcido de dores e sorrisos, nas minhas melodias atrapalhadas de piano. Sou de ti como um rio do mar.
Sou de ninguém.
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