9.4.16

Quero acreditar em ti amor. Nos dissabores que me causas, nas promessas ainda mantidas, no olhar tardio, no beijo demorado. Na mão que pegaste enquanto levemente o corpo cedia-te. Quero acreditar que ontem vinhas, que hoje ficavas, que o mês passado não irias mentir.
Que esta noite ia ser inevitável fugir. Fugir de mim.

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