Abraça-me o mundo nas doenças da vida. Abraça o peito o coração sem chão. Abraça sem nada as almas caídas.
Vi-te só em mares calmos. Vi-te em notas perdidas e fotografias de sorrisos fingidos.
Foste amores nas tardes esquecidas na ombreira da porta. Foste gargalhadas sonoras em manhãs frias.
Quem sabe o amor seja feito de saudade e de procuras sem fim.
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