Perdoa-me, não irei adormecer enquanto não escrever tudo o que me inquieta o peito, mesmo sendo uma inquietude pequenina porque como relatei a pouco, lavei a alma.
Mas (e admito ser uma palavra bastante pertinente na minha seguida vida), tenho medo. Não de seguir em frente, nem de voltar a fechar o coração… tenho medo de mim. De todos os sonhos que já mudei e nunca alcancei nesta longo semestre, das batalhas travadas pelos que me rodeiam em que eu, simplesmente, me escondia com a certeza de sair quando o fim lá chega-se.
Tenho medo, porque gastei tudo em ti, usei o amo-te como vicio e não de espontaneidade (culpa tua), vi algemas numa vida, um futuro já construído, certezas que tinhas e que não te posso dar. E porque ama-mos de forma divergente. Porque, talvez, não saiba amar e porque, talvez, só tenha amado um único alguém.
Desculpa, quero continuar a construir a medida que caminho e não caminhar pelo que foi construído e nunca apreciado, quero não sofrer desilusões e alcançar o que me é permitido.

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