Amo-te. É a primeira e última vez que o digo, assim desta forma, em voz alta. Porque eu amo-te e já o disse tantas vezes, demasiadas até, sem as ouvires. Amo-te e amar-te não é uma coisa boa, deixa-me doente, zangada, torna-me num ser cheio de ódio. Eu amo-te. E disse-o pela primeira e última vez, não o disse para ter-te de volta muito pelo contrário, digo-te porque eu amo-te e preciso de dizer antes de partir e morrer algures por aí. Eu amo-te.
E tudo o que escrevo é teu, por já não seres meu, nada do que escrevo faz sentido.
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