preto no branco
13.3.14
Pó de fada:
Não digas que me amas. Que me suga a alma, os poucos restos de realismo em mim.
Não venhas, não agora, tentar resgatar-me da escuridão que própria criei, este meu mundo reconfortante sem amor, sem ninguém.
Não venhas salvar-me, não corras sequer atrás de um moribundo. Não venhas, mas jura- me que não me deixas de amar.
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