1.2.15

Sonhos:

Sabes? Então se não sabes ficas já a saber, amo-te.
Amo cada poro do teu corpo, a forma desajeitada em como me lavas o cabelo e depois beijas-me o ombro num abraço sem igual. 
Talvez tenha-me tornado num ser humano tão sentimental que esta ideia louca acaba por se suceder ao meu próprio sentir. 
Amo-te tanto que quase sufoco o tempo para que ele passe mais devagar, para te ter aqui perto ao meu ouvido a cantares me a música "mais ninguém" da banda do mar e deixar que os meus cabelos molhados se tornem num nó gigante parecido aquele que trago no estômago quando estás para sair. 
"Diz lá agora que não gosto de ti, diz" e ris, meu amor, a forma como ris é igual ao riso do miúdo que foste quando te conheci. E sabes que mais? Eu amo-te tanto.
Pena nunca me teres amado assim.

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