17.1.23

Tiago

Oi mor.
Obrigada. 

Pelo milímetro de cada trejeito e por o mundo ir embora no teu riso. Pelo tilintar dos dedos que deixei passearem nas minhas cicatrizes. Pelo trajeto nunca ter sido difícil. 

És a partitura mais bonita. 

Que a tua genialidade me dê piruetas. Que entendas que nem sempre sou feita das palavras. Que gostes do sol e de mim.
Que subas todas as árvores para ver o mundo. Que não desistas de correr.
Que corras e que nunca te falte a conjuntura de saber ser, saber viver e saber rir. 

Espero um dia construir contigo um jardim bonito, onde tentas decifrar as constelações e me deixes apreciar o trovejar. 
Onde os sonhos não sejam nunca só sonhos. 

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